quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Free Samba agita evento de responsabilidade social, no Laboratório B-Braum

Por: Mídia Certa Assessoria de Comunicação
No último dia 20 de agosto (sábado), o grupo Free Samba agitou a tarde do Laboratório B-Braum, cantando os maiores sucessos das rodas de samba, do pagode e ainda do MPB. O evento “Gincana Sustentabilidade B-Braum 2011”, que aconteceu às 13h, na área de lazer na piscina da empresa, reuniu cerca de 200 funcionários, que sambaram no pé e cantaram com o grupo.

À frente do vocal, o cantor Rafa Black arrancou aplausos do público quando cantou “Talvez” do Revelação e ao som de Alcione com o clássico do samba “Não deixe o samba morrer”, “24 horas de amor”, do Exaltasamba, até chegar aos sucessos “Meu nome é favela”, de Leandro Sapucahy e “Aruanda”, do Grupo Bom Gosto, que foi quando o público levantou e caiu no samba.

Fugindo à regra do repertório e fazendo jus ao nome Free Samba, o grupo improvisou ao acorde da voz e violão e as palmas dos demais integrantes, a canção “Pretinha”, de Seu Jorge.

Ser de um jeito “Free”

O quarteto do Free Samba e os músicos do grupo mostraram que são Free (livres), de verdade. Esbanjando simpatia e improviso, eles receberam ao palco dois funcionários da empresa, Ricardo e Sidartha, que bastante empolgados pediram ao grupo um arranjo especial para a dar voz ao famoso “Todo mundo erra”, do Grupo Reveleção. E a brincadeira da dupla, além de engraçada acabou dando certo, por conta dos amigos que ajudaram na cantoria batendo palmas e cantando no coro.

Enquanto isso, Rafa Black assumiu o posto do surdo, Léo repassou o pandeiro às mãos do freelance Bruno, Wesley ficou com o Tantan de Leandrinho - que aproveitou pra dar uma canja no repique. No vocal, estava o funcionário da B-Braum Ricardo e no back vocal Sidartha, que agitou a platéia pedindo ajuda no coro.

O evento voltado para questão da responsabilidade social, com foco no tema de reciclagem e sustentabilidade, contou com a presença da Presidente da B-Braum e fez parte de mais um projeto de recreação e interatividade da empresa. O encerramento das atividades foi às 17h 30 do sábado.


“Humildade, verdadeira, gente simples, de primeira”.
Trecho de Leandro Sapucahy, na música “Meu nome é favela”.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Grupo Free Samba

Liberdade para sambar


“Um samba para descontrair e alegrar”, é assim que o grupo Free Samba classifica o que eles sabem fazer de melhor. Há cerca de um ano juntos, os músicos Rafa Black, no vocal, Léo Brasil, no pandeiro, Wesley Estácio, no surdo e Leandrinho, no tantan, fazem um dos ritmos mais tradicionais da música brasileira, das rodas de samba e do pagode. A batucada é boa e o público pede bis.

A liberdade do samba está também na escolha do repertório. Além de músicas próprias, de autoria do vocalista do grupo, Rafa Black, o Free Samba, divide com seu público o melhor do Exaltassamba, Revelação, Jeito Moleque, além de sambas mais tradicionais, como Fundo de Quintal, Zeca Pagodinho, Arlindo Cruz, Alcione, entre outros.

Outra combinação que tem dado muito certo nas apresentações é a do samba com a música popular brasileira. Canções de grandes nomes da MPB, como Djavan, são apimentadas com a batida do pandeiro, do surdo e do tantan, agradando públicos de diferentes gostos e idades.

“O samba é a nossa raiz e a música brasileira faz parte da nossa alma. Costumo dizer que o nosso show é um espaço democrático para o que há de melhor na música”, brinca o vocalista Rafa Black.

Esbanjando simpatia e alto astral, Wesley Estácio não poupa elogios aos fãs já conquistados pelo Free Samba.

“Nós temos um público sensacional, que acompanha o nosso trabalho desde quanto tudo começou. É gratificante ver o resultado do nosso esforço estampado no sorriso da galera que chega para Freesambar com a gente, é de arrepiar”, comenta Wesley.

O amor pela música faz os meninos transformarem uma pequena roda de samba em um grande evento.

“Sempre fomos assim, em qualquer lugar que chegamos o público se anima, esse é o nosso compromisso fazer a galera se divertir”, garante o pandeirista Leo Brasil.

O caçula do quarteto, Leandrinho Tantan, de apenas 19 anos, que dá um show na musicalidade, diz que uma das partes mais legais do show é o chamado ‘Clima Free Samba’.

“Nessa hora a galera samba pra valer em torno da roda. Procuramos deixar as músicas mais agitadas para esse momento, sem deixar de lado o romantismo, que não pode faltar”, explica Leandrinho.

Quem quiser entrar nesse clima, o Free Samba está se apresentando todas as sextas-feiras na Esquina do Samba, na Rua Gustavo Mayer, no Alcântara, São Gonçalo.